segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Cadáveres

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Em Vão Procurada

Ponta dos Cónios

Cabo S. Vicente

Gigante Paralisado


Sólida Cromática numa pincelada do Arquitecto
Junção pensada de todos os elementos debaixo do éter ilusoriamente azul
Vozes numa consonância disforme
Desprezam a essência primordial do gigante paralisado


                                                                                                            

domingo, 24 de julho de 2011

domingo, 10 de julho de 2011

sábado, 14 de maio de 2011

quinta-feira, 21 de abril de 2011

domingo, 10 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

domingo, 27 de março de 2011

Degraus Iminentes




Óleo sobre tela

segunda-feira, 21 de março de 2011

O que o tempo teima em fazer esquecer





Ardor

Passaram tantos anos
O respeito parece um bem escasso
Aqui estás tú exilado e eu não soube
Que à vida juntavas o ardor
A liberdade do que mais importa
Alinhado entre estranhos
Sou eu que te acompanho agora
Quando voltas?

Alexandre Teixeira Mendes

Forte de Peniche, Agosto de 2010

sexta-feira, 11 de março de 2011


Exposição pintura de Elisabete Afonso
no Cravo e Canela (antigo Churro)
Rua Miguel Bombarda,418

Inauguração em simultâneo com as Galerias Bombarda

Organização: Alberto Augusto Miranda, Alexandre Teixeira Mendes, Carlos Vinagre, Elisabete Pires Monteiro e Ricardo Pereira

quarta-feira, 9 de março de 2011

A Música de Orfeu



Conversa com Alexandre Teixeira Mendes, tendo como tema central o poema "A Música de Orfeu" do Livro "Voz do Emerso/Voix de l'Émergé" - Edições Extrapolar

Realização, imagem e montagem: Elisabete Pires Monteiro

segunda-feira, 7 de março de 2011

A Profanação


Onde acaba o Sagrado?

As Mãos, A Alma



Exposição de manequins pintados e fotografia realizada em Outubro de 2010 na "Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto", com organização da mesma.

Realização/Montagem Imagem: Elisabete Pires Monteiro

domingo, 6 de março de 2011

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Labirinto Qualquer

O mistério dos fractais


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Spabilabos Emergidos

Adega Faustino
Chaves
Sábado 19 de Fevereiro 2011




Fotos Carlos Silva

www.spabilados.net



ROSA ALCHEMICA

- Quem se detém na treva iluminada - desconfia do terrestre -
E todavia se desdobra - nesse perspicare ad infinitum -
Permanece como um apátrida - na errância - sobre a pedra - alucinada -
Quem cala a justeza da literatura - a mestria da obra - o irreprimível
Quem nesse apego do simples - arcana verba - irrompe na scriptura -

Pela voz do impensado se ajusta ao assombro - da palavra - o que emudece -
Quem renuncia - ó rosa alchemica - ao coração - o resplendor da carne –
Nesse ímpeto da prestidigitação - da arte - ignora o actual momento egípcio -
Na proximidade do tremor e temor se precipita no transitório - até às nuvens -
Entre os lábios - não conhece códigos - ante os relâmpagos - fica à merce do caos
Quem enaltece este tempo de assassinos - os fedeli d'amore - as altas torres –


Rosa Alchemica

Qui se détient dans la trève illuminée – doute du terrestre-
Et cependant se dédouble – dans ce perspicare ad infinitum –
Se maintient comme un apatride – dans l’errance – sur la pierre – allucinée
Qui tait la justesse de la littérature – la maîtrise de l’œuvre – l’irrépressible
Qui dans cet attachement du simple – arcana verba – éclate dans la scriptura –
Par la voix de l’impensable s’ajuste à la peur – de la voix - ce qui devient muet –
Qui renoncie – ô Rosa Alchemica- au cœur – la spendeur de la chair

Dans cet élan de la prestidigitation – de l’art – ignores l’actuel moment egypcien
Dans l’approche du tremblement et de la peur se précipite dans le transitoire – jusqu’aux nuages
Entre les lèvres – ne connait pas de codes – devans les éclairs – reste à la merci du chaos
Qui louange ce temps d’assassins – les fedeli d’amore – les hautes tours



terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Debuxo de André Graça Gomes





15 de Fevereiro 15 Abril
2.ª a 6.ª feira 09:00h às 20:00h
Sala de Exposições

Biblioteca FCT/UNL Campus de Caparica

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Voz do Emerso por Rui Maia

A Voz e a Imagem como um coágulo.

Na linha temporal das nossas estórias, somos advertidos para os diferentes fenómenos artísticos em que o criador solta o seu inconsciente para os diferentes suportes e formas.
A imagem e o texto torna-se o selo universal da convenção cultural, enquanto o sonhador caminha no seu inconsciente. Toma a forma de um diálogo entre o criador e a criação, rompendo todas as formatações tradicionais do consciente e do visível.
O livro: “ A voz do emerso” revela a essência de uma voz entre os poemas do Alexandre Teixeira Mendes e as pinturas de Elisabete Pires Monteiro ao longo das páginas. Por outras palavras, e recorrendo aos anos 30 (surrealismo), a imagem torna-se um movimento visual sobre as suas linhas, como uma “forma de um espelho (o espelho do mundo do meu mundo) ”.
Quando as pessoas se encontram perante este espelho, há uma voz que entra no nosso inconsciente e que nos incentiva a entrar num mundo onde é exaltado o elemento como se fosse um “deus”. Não só poderemos ter essa percepção pela leitura de cada poema, mas poderemos observar através dos desenhos da Elisabete em que há uma exaltação a um elemento feminino que marca também a sua força.
Há uma libertação da lógica e da razão, que é transformado num coágulo que vai além da consciência quotidiana. Segundo Platão, as pessoas ficam em contacto com os dois tipos de realidades: a inteligível e a sensível. Cada pessoa só se encontra em contacto com este dois tipos de realidade quando está perante este “espelho” e num acto inconsciente entranhamo-nos enquanto vamos seguindo a voz que nos envolve. Quando estamos neste mundo exaltado, cria-se uma vivência única em que cada pessoa vai soltar as suas diversas emoções após o seu contacto. Neste momento, a voz que nos envolve, faz com que o nosso inconsciente absorva a essência deste mundo desformatado, em que as pessoas permanecem numa ligação do mundo real com o seu corpo mas a sua alma (o inconsciente) está no universo paralelo de uma vivência que nos foi exaltada.


Foto de Ana Luisa Pires Monteiro

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Ivan Severiano no Clube Literário

Inauguração no próximo Sábado 5 de Fevereiro pelas 18h30

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Exposição "Voz do Emerso"



Mostra de desenhos "Voz do Emerso" (Edições Extrapolar)
Inauguração em simultâneo com as galerias.
"O Churro"
Rua Miguel Bombarda, 418


Organização Associação Cultural Extrapolar
www.acextrapolar.com

Fotos Carlos Silva





sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

a voz do emerso / La voix de l'émergé



A Voz Do Emerso / La Voix de l'Émergé
pinturas de Elisabete Pires Monteiro
textos de Alexandre Teixeira Mendes
Apresentação: Manoel Bonabal


29 Janeiro 2011, 17h
Clube Literário do Porto
Rua Nova da Alfândega
Porto

Entre-Viventes: alberto augusto miranda, ana almeida santos, carlos silva, carlos vinagre, julia moura lopes, li viana, maria inês azevedo, pedro monteiro, raul simões pinto, virgílio liquito,


Os nascituros não são questionados sobre a sua sobrexistência. Avançam para a saída como lume inspirado. Ardem no oxi_génio. Esta clave que vai ao talho dia 29, inicia-se pela ocupação dos líquidos em telas e telhas. Quando o sopro se emersa nos corpos resilientes, outras dimensões se escapam na Livre Ausência de Vontade.

Deparamos então com esta Par_ilha.

Falam várias vozes numa gr_amática cujas exteriores doxas mais não são que um décor, caso tenham essa qualidade: serem dé cor, de cuore, de coraggio.

A Voz do Emerso tem poucas condições de ser lido à lareira. O seu lume queima noutro Lado


Excerto:


NOITE ESCARLATE
Respiro a custo em meio às naves
Meu corpo ascende pelo teu alento
Por sobre a abóbada celeste alucino
Detenho-me na noite escarlate
Sob o que de repente se esvai
O frémito do azul anil do céu
Ante o que assoma irrevogável
A luz branca retoma o seu fulgor


NUIT ÉCARLATE
Je respire à peine au milieu des dômes
Mon corps se soulève par ton souffle
Sur la voûte céleste j’hallucine
Je me retiens dans la nuit écarlate
Sur ce qui soudainement disparaît
La frayeur du bleu anisé du ciel
Avant ce qui irrévocablement assomme
La lumière blanche retrouve toute sa lueur

sábado, 16 de outubro de 2010

Filo-café Res pública Res privada

Clube Literário do Porto